segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Cássio realiza primeiro comício

Mantendo uma tradição de seu grupo político que vem da década de 1960, o candidato a governador Cássio Cunha Lima, da Coligação A Vontade do Povo (PRB - PP - PTB - PSC - PR - PPS - PSDC - PTN - PMN - PSDB - PEN - PSD - PT do B - SDD), realizou na noite deste sábado (02), na rua Rio de Janeiro, no bairro da Liberdade, o comício inaugural da campanha. E reservou para a oportunidade um discurso indignado e contundente contra a postura de perseguição, opressão e intolerância do governador Ricardo Coutinho (PSB), que disputa a reeleição.
- No dia 1º de janeiro de 2015, a Paraíba vai dar adeus à opressão, à perseguição aos mais frágeis e a um clima de intolerância e mandonismo de um governador inimigo da democracia – declarou Cássio, para uma multidão no tradicional bairro de Campina Grande. E arrematou: "É injustificável a Paraíba manter um governador que fechou 311 escolas, que trata a segurança com o máximo de descaso possível e que dentre outros tantos erros, enterrou a UEPB", bradou o candidato a vice-governador.
Segundo o senador e candidato tucano ao Governo, a Paraíba está cansada de um governo ao qual ele apoiou em 2010, mas que na ocasião apresentava uma “carta de intenções” ao Estado que, rigorosamente, não foi cumprida e se constituiu num revoltante engodo, que enganou a ele e a mais de um milhão de paraibanos. Com um tom duro no seu discurso, no palanque que também registrou anteriormente os discursos dos candidatos a vice-governador e a senador, Ruy Carneiro e Wilson Santiago, Cássio Cunha Lima disse que os paraibanos têm, nas ruas e nas pesquisas, mandado um recado claro para “a vestal que ora ocupa o Palácio da Redenção”: chega de autoritarismo e brigas. - Porque este governador briga com os médicos, com os professores, com as polícias, com a UEPB, com os procuradores, os defensores e com todos os que ousam pedir-lhe uma oportunidade de diálogo – resumiu o ex-governador e senador do PSDB, que lamentou particularmente também o desprezo da atual gestão estadual a Campina Grande e sua gente. "O que está em jogo não é apenas uma eleição. Está em disputa um método de fazer política. E no dia 1º de janeiro de 2015 acabará a perseguição na Paraíba. Os trabalhadores humildes, prestadores de serviço não serão ameaçados. Cidades inteiras, como acontece com Campina, não serão mais discriminadas. O São João voltará a ter apoio do Governo do Estado. A segurança pública será prioridade", enumerou o candidato do PSDB. Cássio atentou a população para que sejam comparadas as ações da atual administração com as promessas feitas por Ricardo Coutinho em 2010, quando uma carta de intenções foi assumida no momento da aliança com o PSDB, porém descumprida durante o mandato. "A campanha também serve para olharmos para frente. E quem amar essa terra de verdade, tenho certeza que vai atender esse pedido que venho fazer: me permita, Campina, voltar ao Governo do Estado; me deixe voltar ao governo para que eu possa trabalhar pelo Estado inteiro, trazendo um ambiente de paz e como primeiro gesto, reconciliar o governo com a sociedade", discursou. Tomado pela emoção e de mãos dadas ao alto, o público que ocupou toda a rua Rio de Janeiro repetiu com Cássio os gritos que encerrou o primeiro comício da Coligação A Vontade do Povo: "À vitória! À libertação, Paraíba!".

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