sábado, 13 de setembro de 2014

NOTA PÚBLICA DA DIREÇÃO DA RÁDIO PRINCESA AM AO JORNAL FOLHA DA PRINCESA

Neste sábado (13), os profissionais da Rádio Princesa AM, foram surpreendidos com uma notinha mal intencionada publicada no jornal impresso do Jornalista Normam Lopes.
A nota questiona a qualidade de som e transmissão e a política salarial dos funcionários, além de citar que a emissora sobrevive de verbas publicitárias do governo do Estado e horários vendidos a violeiros, ciganos e catimbozeiros. Pois bem, pegou mal para o Jornalista, que 'cospiu no prato que comeu' e foi mal agradecido pela tolerância que a emissora deu ao esperar o pagamento do seu programa Normam Lopes Comunica, atrasado em três meses. O programa foi retirado do ar, assim como manda a política administrativa da empresa, após inúmeras tentativas de negociação para quitar o débito. O jornalista agiu de má fé e mesmo com o programa paralisado continuou recebendo os patrocínios, mas não teve a conduta ética de quitar a sua dívida com a emissora. Eu estou perplexa com a falta de sobriedade do colega, no momento em que escreveu esta notinha.
Eis a nota da Direção da emissora.
A Direção da Rádio Princesa isabel lamenta o comentário equivocado publicado na página 07 do Jornal Folha de Princesa, edição de 13 de setembro de 2014.
Ao contrário do que cita o articulista, a Rádio Princesa Isabel tem conquistado avanços consideráveis com modernos equipamentos e valorização dos seus profissionais.
A emissora que é orgulho do bravo povo Princesense não sobrevive de verbas publicitárias do governo, mas, do apoio que sempre recebeu do Comércio Regional que é responsável por 80% do seu faturamento.
Sem discriminar ninguém e abrindo os seus microfones para todas as tendências políticas e sociais, a rádio Princesa Isabel continuará prestando seus serviços à comunidade e cedendo espaços para violeiros, ciganos e catimbozeiros, que com a efetivação dos seus pagamentos, contribuem para que a empresa permaneça investindo na cidade. A rádio Princesa Isabel só não pode ceder espaço a quem não cumpre com suas obrigações.
Atenciosamente, à Direção.
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