sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Opinião: Política Econômica desastrosa compromete futuro dos brasileiros.

Por conta do desequilíbrio econômico atual, o Brasil passará por um forte ajuste no consumo, nos serviços do setor público e nas famílias. O nosso serviço já não é de qualidade faz tempo, mesmo quando tínhamos dinheiro em caixa para tais investimentos. Imagine agora que o Brasil está no vermelho, vai ser difícil um 2015 com obras para o bem do povo. Consumir para fazer circular a economia também não vai ser possível em 2015. As famílias estão com medo de fazer dívidas.
As taxas de cheque especial, cartão de crédito e juros de bancos aumentarão ainda mais no ano vindouro. Estaremos consumindo só o básico e tendo que fazer malabarismo para que o essencial não falte à mesa. Tudo vai ser mais caro: alimentos, vestimentas, remédios, etc.
Grande parte dos empresários e economistas tem chegado a uma conclusão comum: 2015 não será um bom ano para a economia brasileira. Os motivos são muitos e todos estão ligados aos equívocos cometidos pelo governo federal, resultados da “nova matriz econômica” — como ficou conhecida a política econômica adotada pela presidente Dilma Rousseff (PT), em 2011.
Depois, os escândalos de corrupção, que causaram um rombo econômico enorme deixando o país praticamente parado com relação a investidores. Quem confia ainda no Brasil depois de tanta falcatrua política? Difícil de responder? Não. Os investidores deram um sumiço e pelo que se vê passarão um bom tempo sem fazer visitas ao nosso país.
Dilma precisará fazer fortes reajustes para que o Brasil não sofra com uma grande crise em 2015. O que para muitos economistas, será inevitável.
O fato é que quem sente os efeitos mais severos do mau momento econômico é o povo. O consumo das famílias vive um momento de desaceleração, tanto pelo fim dos programas de incentivo ao consumo quanto pela menor oferta de crédito.
Um dos principais problemas no Brasil atualmente é sem dúvidas a inflação. E ela é sentida com a alta da gasolina, energia, água, transporte público, etc.
Resta-nos torcer para que o salário mínimo tenha alteração favorável a esta inflação para que os consumos básicos como alimentação e saúde não faltem ao brasileiro trabalhador, porque os que não têm acesso ao emprego (desempregados), estes já estão automaticamente privados de serviços públicos de qualidade como escolas, moradia, saúde e alimentação.
Por Sabrina Barbosa

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