terça-feira, 11 de agosto de 2015

Três municípios da 11ª região estão em situação de risco para surto de Dengue.

Os casos de dengue notificados na Paraíba no mês de julho tiveram uma redução de 72,57% em relação ao mês de junho, de acordo com o 7º boletim epidemiológico, referente ao período de 1º de janeiro a 25 de julho de 2015 (29ª semana epidemiológica), divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde. Em todo estado, no mês de julho, foram notificados 822 casos, enquanto no mês de junho foram 2.997 casos. Apesar disso, a população deve se manter alerta quanto à proliferação do mosquito Aedes aegypti.
A gerente executiva da Vigilância em Saúde da SES, Renata Nóbrega, explicou que a redução na notificação dos casos de dengue pode estar associada ao período chuvoso, já que a infestação do mosquito é sempre mais intensa no verão, clima que propicia a eclosão dos ovos do mosquito.
De acordo com esses dados, 80 (35,8%) municípios estão em situação de risco para surto. Entre eles estão: Catolé do Rocha, Imaculada, Itaporanga, Juru, Princesa Isabel, Teixeira, Triunfo, Várzea.
Foi constatado também que estão em situação de alerta, 99 municípios (44,3%); 36 em situação satisfatória (16,14%) e oito (3,5%) não informaram os resultados. Na Paraíba, até a 29ª semana epidemiológica, foram notificados 11 casos suspeitos de Febre Chikungunya: Pombal (1), Alhandra (1), Campina Grande (1), Umbuzeiro (2), Coremas (1), João Pessoa (3), Rio Tinto (1), Cajazeiras (1), sendo cinco descartados e seis estão em investigação, aguardando resultado.
A SES está em fase de implantação das unidades sentinelas do Zika vírus conforme preconiza o Ministério da Saúde. A Rede Sentinela é composta por unidades de saúde (chamadas de unidades sentinela), que identificam, investigam e notificam, quando confirmados, os casos da doença. No mês de julho, foram notificados sete casos suspeitos de Guillain Barré, no estado, sendo quatro do sexo masculino e três do sexo feminino, cuja faixa etária varia entre 21 a 72 anos. Até o momento, nenhum dos casos teve correlação comprovada com dengue, zika e/ou chikungunya.

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