quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Testes de HIV podem ser feitos no Hospital São Vicente em Princesa Isabel

Cidades da Região Metropolitana concentram maioria dos casos de HIV/Aids da Paraíba, totalizando 388 de 650 diagnosticados este ano. Os demais municípios com altas taxas de incidência têm como característica comum serem um lugar de passagem por estarem em pontos estratégicos no Estado, como Campina Grande, Guarabira e Patos. A gerente operacional das DSTs/Aids/Hepatites Virais do Estado, Ivoneide Pereira, informou que nesses 33 anos da presença da Aids na Paraíba, o preconceito e a desinformação ainda estão presentes dificultando o diagnóstico precoce.
No Estado foram notificados 650 casos, dos quais 291 em João Pessoa. A capital também foi o único lugar que registrou morte este ano decorrente da doença. “Os casos estão presentes em todos os municipios da Paraíba, só que devido ao preconceito as pessoas ainda buscam fazer o teste nos grandes centros”, informou.
Nesses últimos dez anos, os diagnósticos aumentaram e a quantidade de óbitos diminuíram. Comparando 2016 a 2007, por exemplo, nas sete cidades com maior incidência (João Pessoa, Campina Grande, Bayeux, Santa Rita, Patos, Cabedelo e Guarabira) foram notificados 388 casos de HIV/Aids e apenas uma morte este ano.
Já em 2007 foram 154 registros e seis mortes, um aumento de 151%. “Isso reflete o aumento das informações fazendo com que as pessoas procurem o diagnóstico precoce e os cuidados necessários para tratatamento da doença, diminuindo assim, o número de mortes”, ressaltou.
Na Paraíba, a assistência as pessoas que possuem HIV é garantida por meio do Serviço de Assistência Especializada em HIV/Aids (SAE). Em Patos no Hospital Municipal, na Rua João Soares, 117, Jardim Califórnia. E em Princesa Isabel no Hospital São Vicente.

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