quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Deputado João Henrique pede união da classe política para salvar a barreira do Cabo Branco

O deputado estadual João Henrique (DEM), usou a Tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba, nesta terça-feira (19) para pedir união da classe política em prol da barreira do Cabo Branco, o ponto mais oriental da Américas e um dos principais pontos turísticos de João Pessoa.
O deputado alertou que a destruição da barreira tem chamado a atenção de turistas, comerciantes e defensores do meio ambiente, mas, a classe política fica em um jogo de empurra-empurra, procurando culpados e não chegam a solução do problema.
João Henrique lembrou que a degradação da barreira não é de agora, vem de governos passados.
“Desde a primeira gestão de Ricardo Coutinho como prefeito de João Pessoa, a erosão já era motivo de preocupação de ambientalistas e da sociedade, neste que é o ponto mais oriental das Américas e principal ponto turístico do nosso estado. A responsabilidade não é só dos governos municipais, faça-se justiça, a responsabilidade foi do então prefeito Ricardo Coutinho que passou a frente do comando do município e não tomou nenhuma providência palpável, a responsabilidade, se bem que diminuta foi também do ex-prefeito Luciano Agra, em saudosa memória, a responsabilidade também é de Luciano Cartaxo e principalmente de todos e deve ser atribuída ao Governo Federal, ao Governo Estadual e aos governos municipais com essencialidade, pois precisamos sermos justos e reconhecer a responsabilidade de cada um”, destacou o deputado.
O parlamentar lamentou que alguns discursos proferidos na Assembleia Legislativa da Paraíba, demonstram parcialidade, falácias, invencionices. “Muitos discursos que acompanho aqui parece que são de cabos eleitorais de A, B ou C, mas aqui não somos. Nós somos e devemos tratar esse assunto com muita responsabilidade, pois estamos tratando de um assunto que merece toda atenção da classe política, merece principalmente a união dos governos estadual, municipal e federal, com a sociedade civil organizada, para salvar o ponto mais próximo das Américas. Só a união de todos pode fazer a diferença e essa união até agora não foi vista”, afirmou o João Henrique.

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