terça-feira, 27 de agosto de 2019

Número de casos suspeitos de sarampo aumenta na PB e crianças menores de 5 anos são as mais atingidas pela doença


O Sarampo é uma doença infecciosa, exantemática aguda, transmissível e extremamente contagiosa, podendo evoluir com complicações e óbitos, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade.  Na Paraíba, até a 34ª Semana Epidemiológica terminada em 24 de agosto, foram notificados 50 casos suspeitos de sarampo, em 17 dos 223 municípios, segundo nota emitida pela  Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Dos 50 casos informados, 11 deles tiveram uma primeira amostra reagente e/ou indeterminada (S1) pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PB) e foram enviadas ao Laboratório da Fiocruz para realização de outros exames e retestagem. Já 24 casos foram descartados e 15 seguem em investigação.

Em relação à faixa etária, o maior número de casos suspeitos foram identificados em menores de 5 anos com 58,7%.

Na capital, 08 casos estão sendo investigados e 11 já foram descartados.

A SES fez um alerta para a doença que é infecciosa e contagiosa, que em caso de evolução e complicação o paciente vir a óbito, principalmente em crianças menores de um ano de idade e a maneira mais eficaz de prevenção é a imunização.

As vacinas estão disponíveis em postos de saúde, sendo duas doses a partir de 12 meses a 29 anos de idade e uma dose para a população de 30 a 49 anos. Segundo a nota da SES, no caso de crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias é recomendada a dose zero, porém ela não será considerada válida para fins do Calendário Nacional de Vacinação, devendo ser agendada a partir dos 12 meses com a vacina tríplice viral e aos 15 meses com a tetraviral ou a tríplice viral mais varicela.

Embora a Paraíba ainda não tenha apresentado confirmação dos casos da doença, é preciso estar atento para a atualização das cadernetas de vacinação. 

Quem já tomou duas doses durante a vida, da tríplice ou da tetra, não precisa mais receber a vacina. Se não há comprovação de vacinação nas faixas indicadas, há necessidade de adultos receberem a vacina. A caderneta de vacinação é um documento pessoal muito importante e deve ser guardada por toda a vida.

Por Sabrina Barbosa com ASCOM/SES

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