quarta-feira, 28 de agosto de 2019

O Jornalismo via rede social


As plataformas de interação social têm sido um excelente meio de comunicação. Isso todo mundo sabe. Desde quando surgiram, as redes sociais tem sido ferramenta para o acesso às informações de diversos conteúdos e de diversas partes do mundo.

A comunicação digital mudou o jornalismo. Deu-nos mais fontes,  mais recursos para contextualizar opiniões e principalmente ampliou a transmissão das informações.

A rede social nos dá ideia de comportamento, de influências, mostra culturas, discursos e o fato na hora em que ele acontece. Está todo mundo conectado, acordado e em movimento.  O jornalismo via rede social é atendimento (24h). A vida acontece. E jornalismo é vida. É sobre vidas que escrevemos, noticiamos, lamentamos, comemoramos e opinamos.

Instagran, facebook, twitter, são redes sociais que ganham membros todos os dias. Eis que se tornam condutoras da mensagem produzida pela fonte e traduzida pelo codificador,  passando  a se tornar o canal. Há comunicação. Os receptores? Somos  3,9 bilhões de pessoas, o equivalente a 51,2% da população mundial, segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT),  agência especializada da ONU.

Muitos se preocupam, achando que as redes sociais estão substituindo o jornalismo. 

Mas aí é que está a sacada. Se você acha que todo mundo é seu inimigo, nunca terá aliados. Como o grande general chinês Sun Tzu escreve em seu livro “ A Arte da Guerra”, “ Domine seu inimigo sem lutar”. Assim o jornalismo vem fazendo com as redes sociais, aproveitando a acessibilidade dela, se aliando e construindo novas concepções da comunicação social.

Rede social não é jornalismo. É apenas o meio. Quanto à (nós) jornalistas, cabe ficar de olho, na informação e na desinformação. O compromisso não deve ser com os números que as redes sociais mostram ( seguidores, curtidas), mas como a informação foi construída e qual o efeito dela na sociedade, pois, manter  compromisso com a verdade é, desde sempre, o primeiro passo para um jornalismo competente e sadio.

Por Sabrina Barbosa

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